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domingo, 28 de junho de 2015

Atividades com abelhas nativas sem ferrão no 41 aniversário do Parque Estadual da Pedra Branca.

Foi um dia muito bom com uma pequena palestra sobre as várias  espécies de abelhas nativas sem ferrão e principalmente as existentes no Parque, a produção de mel e subprodutos  e também fizemos duas transferências de colônias de abelhas mandaçaia e irai para caixas ornamentais no total serão 30 caixas ornamentais patrocinadas pela empresa Light com várias espécies de abelhas nativas sem ferrão para compor e renovar o meliponario de educação ambiental do Parque Estadual da Pedra Branca  onde temos o Projeto Natureza Doce.














terça-feira, 2 de setembro de 2014

Meliponicultura é uma ferramenta fundamental na educação ambiental nas escolas.

A escola Favinho e Mel recebeu nesta segunda feira uma caixinha ornamental com uma colônia de abelha Mandaçaia ( Melipona quadrifasciataque encantou tanto as crianças como as professoras a diretoria da escola e também os pais dos alunos que ficaram surpresos por não conhecerem essas abelhas, esta caixa de abelha mandaçaia vai ser uma ferramenta importantíssima na educação ambiental na escola, ensinando como devemos respeita e preservar os polinizadores para preservação do meio ambiente










quinta-feira, 22 de maio de 2014

Abelhas nativas em projeto de reflorestamento da Prefeitura do Estado do Rio de Janeiro.

Olá amigo meliponicultores e leitores do site, fico imensamente feliz em compartilhar esta postagem, pois estou auxiliando o primeiro projeto de abelhas nativas chamado “Rio de abelhas" desenvolvido pela GCL Consultoria e Gestão LTDA no Estado do Rio de Janeiro em área de reflorestamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Prefeitura do Rio.
Tendo como principais objetivos:

1. Identificar e quantificar os tipos polínicos, por meio da Melissopalinologia.
2. Identificar as espécies vegetais consideradas nectaríferas e/ou poliníferas disponíveis nas áreas reflorestadas do Mutirão reflorestamento.
3. Elaborar um calendário de plantas nectaríferas e poliníferas das áreas reflorestadas.
4. Capacitar monitores nessa atividade para serem futuramente multiplicadores.
5.  Gerar dados científicos sobre o desenvolvimento das colônias de abelhas instaladas e a potencialidade da floresta implantada, que serão apresentados na forma de resumos e artigos técnicos e científicos em eventos afins. 


Isto nos mostra que a meliponicultura tem crescido no Estado Rio de Janeiro principalmente no que se refere a preservação do meio ambiente. 




















sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Abelhas Nativas na 13ª edição do projeto "Bio na Rua"

A 13ª edição do projeto “Bio na Rua” aconteceu ontem (08/9), das 9h às 17h, no jardim do Museu Nacional (MN) da UFRJ, que fica na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão.
Patrocinado pela Superintendência Geral de Políticas Estudantis (SuperEst) e com o apoio do Instituto de Biologia (IB) da UFRJ, o evento foi organizado pelo Centro Acadêmico de Biologia (CaBio) e por outras instituições, como o GreenPeace e a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Uni-Rio).
O projeto “Bio na Rua” acontece em diversos lugares do Brasil e tem o intuito de trocar conhecimento entre a população e a comunidade acadêmica através da exposição de diversas áreas de pesquisa estudadas pelos biólogos em seu dia a dia.
Os universitários se dividiram em mais de 20 grupos dispostos em estandes, mesas e tendas pelo jardim do museu. Cada grupo abordou um tema diferente, que despertou o interesse e a curiosidade do público, como higienização das mãos, preservação do meio ambiente, vida de inseto, adaptações de aves marinhas, além da diversidade animal, vegetal e da ecologia das abelhas do Parque Estadual da Pedra Branca.







Colônia de abelha jatai encontrada em um troco de árvore ao lado do Museu Nacional.