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domingo, 20 de novembro de 2016


Brazilian Jataí Honey


As the old saying goes, “I’ll take my vinegar with a teaspoon and my honey with a ladle.” Throughout the ages, honey has been considered a source of energy. It is also a naturally predigested food. Foods that are broken up by enzymes outside the body are known as “predigested.” Sauerkraut, sourdough, sprouted seeds, and kombucha are examples of predigested foods by an external process. Honey, on the other hand, is in a category of its own whereas it is predigested by nature. Besides being easily assimilated, requiring little assistance from the gastric system, honey, in its wild form, is a great source of vitamins, minerals and food enzymes. One tablespoon daily will go a long way in promoting health and vitality.



“If raw honey cotains all of these qualities, then why are you writing about a different type of honey?” you may ask yourself. Is the Jataí honey any better?

Jataí is a municipality in southern Goiás state, Brazil, nicknamed Bee City. Its common name comes from the Indian Guaraní word “jateí” (pronounced “ja-teh-ee” ) which means “hard fruit.” Various palm-trees were called “jateí” because of its small coconut-type fruits. The Portuguese adapted the word to jataí.



The Jataí bees are a very efficient plant pollinator native to Central and South America, reaching as far as southern Mexico and northern Argentina. These bees are social, docile and they do not have a stinger. They are easily handled by beekeepers. Another name for them is “three doors,” because they close their beehive’s opening whenever threatened by predators. The size of their colonies varies from 2000 to 5000 bees.
This Jataí honey is one of the rarest in the world because the bees, although prevalent, are very small, creating a small beehive and producing less.


The honey is rich in vitamins, minerals, acids and amino-acids. It has various medicinal properties, such as antibiotic, antioxidant, and anti-inflammatory. Its effect as a bactericide (gran positive and negative bacteria) comes from a substance called “inibina” (a result from the accumulation of hydrogen peroxide produced by the honey’s glucose oxidase enzyme).


Brazilian doctors conducted a research on Jataí honey against fourteen other types of honey and were able to ascertain its superior anti-bacterial properties, as well as confirm its recommended use as a substitute for antibiotics. One of its known healing attributes is in fighting and preventing cataracts, but it is also used for cough, and the closing of open wounds.


Other recommended uses:
for sinus infections
for bronchial inflammations and all respiratory illnesses
for colds and flus
The Jataí honey has a finer texture than other types of honey and its flavor is more acid, therefore a tad bitter. It must be kept refrigerated to avoid fermentation. The honey is consumed as a nutritional element, it is used as an antiseptic, as a preservative and even as an embalmer due to its anti-putrifying qualities. The very light-in-color, almost clear, fragrant honey produced by these bees derives from a variety of plants, including many that comprise the shade cover for a diverse shade coffee system.


In Honduras, the honey is called “chumelo” honey and is prized for its supposed medicinal properties. In Colombia, their honey is highly prized and is credited with healing properties, especially to cure eye diseases such as cataract. Honey medicinal uses are widespread across all cultures within their range.

FIVE REASONS TO CONSUME JATAÍ HONEY:
It contains less fat (lipids) than regular honey
It provides medicinal benefits such as digestive aid, bronchitis, cataracts
It is a natural antibiotic
It stimulates the growth of native bees
It increases the polinization of native plants, biodiversity and it preserves the species.


by Christiano Figueira

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Fotos abelhas nativas

Olá amigos meliponicultores e leitores do blog venho compartilhar mais algumas fotos no meu blog que tirei com a minha maquina e as outra fotos estão postada no blog da AME-RIO http://www.ame-rio.org/2012/07/fotos-de-abelhas.html.


Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )

Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )

Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )

Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )

Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )

Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )
Abelhas  Mandaçaia ( Melipona quadrifasciata anthidioides )



Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)

Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)

Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)

Abelha Jataí (Tetragonisca angustula)
Abelha Mirim Plebeia droryana)
Abelha Mirim Plebeia droryana)
Abelha Mirim Plebeia droryana)

Abelha Mirim Plebeia droryana)

 Abelha Iraí (Nannotrigona testaceicornis)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

AS LINDAS ABELHAS JATAÍS

Taxonomia

· Hymenoptera
. Apoidea
. Apidae
· Meliponini
Nome científico: Tetragonisca angustula angustula (Holmberg)
Nome popular: JATAÍ (Nogueira-Neto, 1970).

Distribuição geográfica

Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo (Silveira et al., 2002).

Referência
Silveira et al., 2002. Abelhas Brasileiras. Belo Horizonte.

Ecologia

A entrada do ninho é um tubo, não muito curto, construído com cerume mole, sua parede é fina e apresenta pequenos furos (Nogueira-Neto, 1970). Favos de cria horizontais ou helicoidais e ocorrem células reais (Nogueira-Neto, 1970). Invólucro presente e muito desenvolvido ao redor dos favos de cria (Nogueira-Neto, 1970). Potes de alimento pequenos, atingindo 1,5 cm de altura (Nogueira-Neto, 1970). Tamanho das colônias: 2.000-5.000 abelhas (Lindauer & Kerr, 1960). Podem ou não apresentar comportamento agressivo, beliscando a pele e enrolando nos cabelos, entretanto, esse comportamento é breve (Nogueira-Neto, 1970). É uma das abelhas mais fáceis (Nogueira-Neto, 1970).

Referência
Nogueira-Neto. A criação de abelhas indígenas sem ferrão. Tecnapis. 1970.
Lindauer & Kerr, 1960




Abelha Jataí

Abelhas Jataí

Bicho! (Tetragonisca angustula)

Abelhas Jataí (Tetragonisca angustula)

13- Abelha Jataí coletando resina no pedúnculo da flor Coroa-de-Cristo. Note que em sua pata trazeira  já tem um boa porção. Tamanho médio da abelha 5.5 mm. 04-03-10

Abelhas Jataí coletando resina  no pedúnculo da planta Coroa-de-cristo.

Macro - Little bee on a rose


BZZZ!!!

Jataí

"O bonito me encanta, mas o sincero, ah! Esse me fascina"

Jataí na flor de pessego

14- Cacho de flores Coroa-de-Cristo.  11-10-09

16- Abelha jataí coletando pólen da flor Coroa-de-Crito. 15-10-09

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Bióloga é atacada por abelhas no Parque Estadual da Pedra Branca



Aos meus amigos leitores do blog podem ficar tranqüilos a Bióloga Heloina esta bem, pois estas abelhas são abelhas nativas sem ferrão, possuem o ferrão atrofiado sendo impossível de ferroar. O Parque Estadual da Pedra Branca convida a todos a conhecer as abelhas nativas sem ferrão da Mata Atlântica, elas tem um papel fundamental na manutenção de nossas florestas.

sábado, 22 de outubro de 2011

Palestra sobre abelhas nativas na Universidade Estácio de Sá R9

Olá amigos meliponicultores e leitores do blog quero compartilhar as fotos da palestra sobre abelhas nativas que ocorreu dia 21 de outubro na Universidade Estácio de Sá R9 juntamente com o Parque Estadual da Pedra Branca onde tivemos a presença do Biólogo Leonardo Furtado falando sobre a importância de se preservar as abelhas nativas para manutenção daquele bioma. Os alunos estudantes de Biologia ficarem bastantes interessados e surpresos de conhecer as abelhas nativas sem ferrão.
Meliponicultor Christiano ministrando a palestra.
Meliponicultor Christiano  falando sobre a diferença da abelha apis mellifera para abelha nativa.
Meliponicultor Christiano falando sobra as temidas abelhas iratim.

Biólogo Leonardo falando sobre o Parque Estadual da Pedra Branca e a importância de se preserva este bioma juntamente com as abelhas nativas.
Biólogo Leonardo ministrando a palestra.
 
Estudantes e visitantes se surpreendem  obsevando o enxame de abelhas mandaçaia nas caixa de visualização. 


Meliponicultor Christiano mostrando a caixa com a abelha mandaçaia.

Estudantes conheceram de perto e visualizaram os enxames de abelhas mandaçaia, jataí, irai e mrim.
 

sábado, 11 de junho de 2011

As Abelhas solitárias, semi-sociais e sociais

Euglossinae (abelhas das orquideas) - abelhas solitárias
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a grande maioria das abelhas não vive em sociedade ou em colônias com rainha e operárias. A maioria das espécies de abelhas é solitária, isto é, vivem sozinhas. Cada fêmea, individualmente constrói e cuida do seu próprio ninho. A fêmea morre antes de sua cria nascer. Ou seja, não há contato entre as gerações. Desta maneira, o modo de vida de uma abelha solitária é bastante diferente do que conhecemos para aquelas abelhas que vivem em colmeia.
Vespinha (Corrigindo - abelinha - euglossa)
Halictidae

Acanthopus Palmatus

enxame

Abejita verde, Abeja de las Orquideas [Orchid bee] (Apinae euglossini)


Abejita Verde, Apinae Euglossini, Euglossa sp., Abeja de las Orquideas, orchid bees

Notylia  x Euglossini

Euglossa sp

verde metálico

The bug in the flower


Bombinae (mamangabas) - Abelhas solitaria ou semi-sociais
As mamangavas são também conhecidas por mamangaba, mangangá, mangava, mangaba, abelhão, bombolini, vespa-de-rodeio, vespão.São abelhas solitárias ou semi-sociais de tamanho grande e bastante peludas. Pertencem a várias famílias e os gêneros mais comuns são Bombus, Eulaema, Centris, Xylocopa e Epicharis. A maioria é preta e amarela e quando voam emitem um zumbido alto. As mamangavas são polinizadoras importantes e contribuem para a manutenção de muitas espécies de plantas nativas.

As mamangavas raramente picam, a não ser que as seguremos com as mãos. Apesar de terem o tamanho avantajado são extremamente dóceis, possibilitando que as observemos coletando o néctar e pólen das flores.
As mamangabas, geralmente, fazem ninhos forrados com pedaços de palha em ocos de árvores ou no solo, preferencialmente em barrancos, podendo também fazer ninhos debaixo do piso de casas ou nos jardins. Esse pode ser um problema pois, pela sua importância na polinização de varias plantas, é proibida sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha.

A mamangaba produz mel em pouca quantidade e o armazena dentro de bolsas de cera e não de favos.

Mamangaba

Mamangava polinizando  a flor de maracujá.

zangadão;mamangava???

Mamangava no Catasetum

Filhote de Mamangava

Maracujá e Mamangava

MAMANGAVAS são também conhecidas por mamangaba, mangangá, mangava, mangaba, abelhão, bombolini, vespa-de-rodeio também como vespão!!!

Mamangava


Meliponinae ( abelhas sem ferrão ) - Abelhas sociais

Os meliponíneos, ou abelhas sem ferrão constituem um grupo de abelhas formado por mais de 300 espécies conhecidas em todo o mundo. Elas caracterizam-se por serem sociais e possuírem o ferrão atrofiado impossibilitando o seu uso. Aliás, essa é a razão pela qual são popularmente chamadas de abelhas sem ferrão. Os meliponíneos possuem uma grande importância no ecossistema brasileiro. Essas abelhas são os
principais responsáveis pela polinização da grande maioria das espécies vegetais do nosso país.
Além disso, seus produtos (mel, geoprópolis, etc.) são utilizados pela população rural como medicamentos e existe uma forte cultura popular do seu criatório e da apreciação de seus produtos. Os meliponíneos ou abelhas sem ferrão fazem parte da Subfamília Meliponinae da família Apidae (ver Conhecendo as abelhas para maiores detalhes). Essa sub-família divide-se nas tribos Meliponini e Trigonini que compreendem 52 gêneros e as mais de 300 espécies de abelhas sem ferrão identificadas. Os principais gêneros são dois: Melipona e Trigona. As colônias de Melipona possuem entre 500 e 4000 indivíduos, enquanto que aquelas de Trigona variam de 300 a 80.000 abelhas.
Apenas as espécies de abelhas pertencentes às Sub-famílias Apinae, Bombinae e Meliponinae desenvolveram completamente a sociabilidade, ou seja, a vida em sociedade. Entre elas, os meliponíneos foram as primeiras abelhas a desenvolverem totalmente o comportamento social. Isso, associado ao fato de que o seu processo de enxameação contribui para o isolamento de populações geneticamente próximas, pode ser a razão para a existência de tantas espécies.

Mini-jataís

abelhas

Entrada Scaptotrigona postica (Canudo)

Abelha Borá Brava saindo

Macro - Abelha preta (arapuá)

Mandaçaia

Uruçu

Bom domingo a todos!!! zzzzzzzzzz

Ovoposição em Melipona mondury

Tubuna

Visita à Turneraceae

Pirata!

abelha-guarda de Melipona mandacaia (mandaçaia)